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Se gasolina, gás e luz só sobem, como a inflação foi tão baixa? (2,95%) MENTIRA DA ESTÓRIA com "E"

Publicado em 15/01/2018 07:00 - Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/07/na-hora-das-compras-consumidores-nao-sentem-inflacao-em-queda.html


Se gasolina, gás e luz só sobem, como a inflação foi tão baixa? (2,95%) MENTIRA DA ESTÓRIA com "E"

Edição do dia 31/07/2017 31/07/2017 21h36 - Atualizado em 31/07/2017 21h36 Na hora das compras, consumidores não sentem a inflação em queda A inflação do ano está em queda, segundo os índices oficiais. ‘A queda é lenta, consumidor só vai sentir quando for significativa para ele’. Facebook A inflação do ano está em queda nos índices oficiais. Mas não é o que muitos consumidores sentem na hora de fazer as compras. A inflação do ano está em queda nos índices oficiais, puxada principalmente pelos alimentos. Mas não é o que o consumidor anda percebendo na hora de fazer as compras no supermercado. Por que será que existem esse descompasso? “Estão falando aí que os preços estão caindo? Café está aumentando, leite está aumentando, verdura está aumentando, o que que está caindo?”, pergunta uma aposentada. “Está subindo, com certeza”, diz a consumidora. Todo mundo tem uma memória dos preços, sabe se os produtos que compra com frequência estão mais caros ou mais baratos, mas nem todo mundo fica fazendo conta no supermercado para saber se na média os preços estão mais altos ou mais baixos, a não ser quando o consumidor chega no caixa, puxa a carteira, faz o pagamento e percebe que sobrou mais dinheiro do que na vez anterior. Nesse caso há uma divergência, as estatísticas dizem uma coisa, o consumidor olha a carteira e percebe outra. “Cada vez, todo mês está faltando dinheiro. Então existe aumento ou não?”, indaga a funcionária pública Silvana Correia. Pois é, dona Silvana, mas os números dizem o contrário. A pesquisa que acompanha os preços de produtos de higiene, limpeza e alimentos nos supermercados mostra que eles caíram no primeiro semestre de 2017 e também no acumulado dos últimos 12 meses. Enquanto o IPCA, o índice oficial da inflação, que caiu em 2017, ainda está positivo nas duas comparações. E há muita diferença regional. Os nordestinos têm razão ao não perceber mudanças. Houve estabilidade de preço no primeiro semestre de 2017. Já no Centro-Oeste, queda de 7%. A maior do país, puxada pela redução nos preços da carne, muito consumida na região. Cuiabá foi a capital onde os preços nos supermercados mais caíram, 14%, mas nem lá o pessoal está convencido. “Não tenho visto tanta diferença, quer dizer, estou gastando a mesma coisa que sempre gastei”, diz a consumidora. “Os preços estão só subindo, preço de carne que eu estou vendo agora, tudo alto”, afirma outra consumidora. O IBGE, que calcula o IPCA, o índice oficial de inflação, tem algumas explicações. Uma delas é que o consumidor nunca deixa de comprar produtos essenciais, como feijão, arroz. Aí o supermercado não tem motivo para fazer promoções. A não ser quando há um problema sazonal, a variação dos preços dos alimentos é pequena de um mês para o outro. O responsável pela pesquisa nos supermercados acredita que os consumidores ainda vão perceber a diferença. “Tivemos uma boa safra este ano de grãos e isso impactou a maioria dos produtos da cesta básica e o consumo que continua estável, a renda do trabalhador não aumentou, a gente tem visto índice de desemprego alto ainda e isso faz com que a renda não gere consumo, então, a tendência é que os preços caiam”, explica o diretor responsável pela pesquisa, Marco Aurélio. É, mas vai ter que sobrar mais do que alguns centavos para o pessoal se convencer mesmo. “De R$ 50 sobrou isso aqui. O que você acha? Antes sobrava mais”, diz a consumidora.

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